01/07/2010

TRATAMENTO


Não existe tratamento específico para Dengue. O tratamento é apenas sintomático,

com analgésicos a antitérmicos. Dependendo de suas condições clínicas, o paciente
poderá ser tratado no próprio domicílio, com seguimento ambulatorial.
Não devem ser usados medicamentos à base de ácido acetilsalicílico (AAS®,
Aspirina®, Melhoral® etc.), por favorecerem sangramentos. Recomenda-se boa hidratação
oral (aumento da ingestão do líquidos caseiros).
No caso de haver manifestações hemorrágicas, o paciente deverá ser internado
para receber o tratamento adequado, pois o quadro clínico pode tornar-se grave.
Após a cura o paciente adquire imunidade permanente, porém somente ao sorotipo
que o infectou. Isso significa que pode vir a adquirir novamente a dengue, causada por
outro sorotipo, com possibilidade de desenvolver a forma grave da doença (dengue
hemorrágica).
Aedes aegypti


Principais características

− Preto, com listras e manchas brancas. Mais escuro do que o pernilongo comum.
− É um mosquito urbano que pica preferencialmente durante o dia.
− Pica várias vezes até completar a alimentação sangüínea.
− Quando imaturo, desenvolve-se em água relativamente limpa e parada, acumulada
principalmente em recipientes artificiais: vasos com plantas em água, pratos de
vasos, latas, garrafas, pneus, caixas d' água e outros reservatórios de água. Seus
criadouros naturais são ocos de árvores, cascas de coco, bromélias ornamentais,
água acumulada em folhas secas caídas no chão, e outros.
− Adapta-se bem ao ambiente urbano porque:

• encontra condições favoráveis para desenvolver-se (abundância de
criadouros, escassez de predadores);
• tem muita afinidade pelo sangue humano.
− Pode dispersar-se facilmente entre países, estados e municípios por meio de
comercialização de recipientes (criadouros) secos, com ovos firmemente aderidos
às paredes.
− Transmite a DENGUE, a FEBRE AMARELA e outras viroses.

notificaçao no sumaresinho

Rua Cuiabá, 601 Fone:3633-2331
Horário de Funcionamento: diariamente 24 horas

Esta unidade possui quatro Núcleos de Saúde da Família, estabelecidos dentro da área de abrangência e que realizam o acompanhamento das famílias cadastradas; fazem o atendimento básico (clínica médica, pediatria e ginecologia) e desenvolvem trabalhos em grupo com a comunidade. Os endereços dos núcleos são:
Núcleo de Saúde da Família 1
Rua Salvador Neves, 1.293.
Fone: 3630 5859.


Núcleo de Saúde da Família 3
Travessa Nossa Senhora da Penha, 55.
Fone: 3633 0533.


Núcleo de Saúde da Família 4
Rua Salto Grande, 20.
Fone: 3633 3829.

Núcleo de Saúde da Família 5
Rua Martin Afonso de Souza, 858.
Fone: 3633 0546.

D. Limites geográficos da área de abrangência:
Inicia na rua Paraná com rua Rio Grande do Sul, por esta até a Av. Antonio e Helena Zerrener e por esta até a Av Paranapanema, seguindo por esta até a rua Carlos de Campos, por esta até a Av Luigi Rosiello, por esta até a rua Lucien Lison, por esta até a Av Bandeirantes, por esta até a rodovia Atílio Balbo (SP325), por esta até os limites do município, seguindo no sentido horário até a projeção da Av Drª Nadir Aguiar, por esta até a Av Virgílio Soeira, seguindo por esta até o Condomínio Morada Nova Planalto (contornando-o exclusive), até o córrego dos Campos, por este até a projeção da rua C. Paturalski, segue por esta até a projeção da rua Paraná, seguindo por esta até o ponto inicial.

Bairros de Abrangência:
Sumarezinho, Alto do Ipiranga, Vila Amélia, Cidade Universitária, parte da Vila Monte Alegre, Campus Universitário da USP, Jardim Emir Garcia, Jardim Mário Paiva Arantes, Jardim Paiva e Jardim Dr. Paulo Gomes Romeo

notificar castelo branco novo

Rua Stéfano Baruff, 16393624.2122Gerente: Dr. Wanderley Mega PalocciHorário de Funcionamento: diariamente 24 horas



Limites geográficos da área de abrangência:
Inicia no cruzamento do córrego Tanquinho com a Av. Meira Júnior segue por esta até a Av. Francisco Junqueira, segue por esta até o córrego Retiro Saudoso, segue por este até a rodovia Antônio Machado Sant’Anna (SP 255), segue por esta até a rodovia Anhanguera, e por esta até a Av. Guadalajara e por esta até a Praça Winston Churchill (inclusive), contorna esta e sobe pela Av. Antonio Gomes da Silva Jr. seguindo por esta até o córrego Tanquinho, segue por este até o ponto inicial.
Bairros de Abrangência:
Castelo Branco 1 e Castelo Branco 2, Iguatemi, Jardim Presidente Médici, Vila Santana, Parque Bandeirantes, Jardim Vista Alegre, Parque Cidade Industrial Lagoinha, Jardim Lacerda, Jardim Primavera, Vila Paulista, Jardim Paulista, Jardim Macedo, Jardim Eunice, Jardim Paulistano, Loteamento Ribeirânia, Loteamento Nova Riberânia, Jardim das Pedras, Jardim Palma Travassos, Condomínio Portal das Bandeiras, Condomínio Chácara Flora, Condomínio Village de France, Condomínio Europa, Residencial Boa Vista, Condomínio Villa Verde, Condomínio Jequitibá e Condomínio Valparaiso.

onde notificar

UBDS "Dr João Baptista Quartin" – Central

Avenida Jerônimo Gonçalves, 466Fone: 3605-5000/3605-5025Drº Celso Luiz Lopes
Horário de Funcionamento: diariamente 24 horas


Limites geográficos da área de abrangência:
Inicia no cruzamento da Av Caramuru com a rua Primo Tronco, segue por esta até o ribeirão Preto, por este até a Alameda Tupi, por esta até a rua Augusto Severo, segue por esta até a rua Coronel Luiz da Cunha, por esta até o cruzamento com a Av. Jerônimo Gonçalves, seguindo por esta até seu cruzamento com Av. Francisco Junqueira, por esta até a Av. Independência, segue por esta até a Av. Nove de Julho, seguindo por esta até a Av. Santa Luzia e por esta até a rua Raphael Pileggi, seguindo por esta até a rua José Bernardino Ferrador, segue por esta até a Av. Caramuru e por esta até o ponto inicial.


Bairros de abrangência:
Centro, Vila Pedro II, parte da República e parte do Jardim Álvaro Costa Couto.

29/06/2010

Vírus da DengueJá pode ser detectada em exames de urina e saliva :Pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) desenvolveram uma metodologia para identificação do vírus da dengue em amostras de urina e saliva. Na nova técnica, as substâncias são analisadas em um equipamento denominado termociclador, que amplifica amostras de DNA e revela a presença do vírus em até três horas. A nova metodologia é uma alternativa ao tradicional exame de sangue, que demora dez dias para informar se o paciente está com a doença.

Apesar das frequentes mutações virais, os pesquisadores identificaram no genoma do vírus da dengue trechos “conservados” de seu DNA. O termociclador é ligado a um computador que possui um software especializado na realização de gráficos analíticos sobre o DNA. O material do genoma viral pode ser visualizado graças ao recurso de fluorescência do equipamento.

O resultado do exame de sangue é mais demorado porque, para identificar a doença, é preciso que existam anticorpos no organismo - a doença precisa, portanto, estar presente há dias. Graças à rapidez do diagnóstico obtido com a nova metodologia, o paciente já pode começar o tratamento no primeiro dia de manifestação dos sintomas.

A grande inovação nesse projeto é a estipulação de “padrões” de análises para a detecção do vírus da dengue. “Nós padronizamos a sequência de DNA que deve ser amplificada, o volume da amostra, os reagentes utilizados, entre outros fatores específicos”, diz Telma Ramos Poloni, integrante do projeto e aluna de doutorado em biociências da USP.

Entre as vantagens da escolha das substâncias para a análise, a pesquisadora destaca o fato de a técnica ser pouco invasiva. “A saliva e a urina podem ser coletadas em grandes volumes e isso é uma vantagem, assim como a facilidade de sua obtenção”, diz.

Além disso, Victor Hugo Aquino, professor da faculdade de ciências farmacêuticas da USP e orientador do projeto, revela que o uso das amostras pode ser uma boa alternativa quando o sangue não puder ser obtido. “Nosso método é mais sensível e poderá auxiliar em situações difíceis como na obtenção de amostras de sangue em recém-nascidos e adultos com hemorragia”,
Tipos de Dengue
Em todo o mundo, existem quatro tipos de dengue, já que o vírus causador da doença possui quatro sorotipos: DEN-1, DEN-2, DEN-3 e DEN-4.

No Brasil, já foram encontrados da dengue tipo 1, 2 e 3. A dengue de tipo 4 foi identificada apenas na Costa Rica.

Formas de apresentação
A dengue pode se apresentar – clinicamente - de quatro formas diferentes formas: Infecção Inaparente, Dengue Clássica, Febre Hemorrágica da Dengue e Síndrome de Choque da Dengue. Dentre eles, destacam-se a Dengue Clássica e a Febre Hemorrágica da Dengue.

- Infecção Inaparente
A pessoa está infectada pelo vírus, mas não apresenta nenhum sintoma. A grande maioria das infecções da dengue não apresenta sintomas. Acredita-se que de cada dez pessoas infectadas apenas uma ou duas ficam doentes.

- Dengue Clássica
A Dengue Clássica é uma forma mais leve da doença e semelhante à gripe. Geralmente, inicia de uma hora para outra e dura entre 5 a 7 dias. A pessoa infectada tem febre alta (39° a 40°C), dores de cabeça, cansaço, dor muscular e nas articulações, indisposição, enjôos, vômitos, manchas vermelhas na pele, dor abdominal (principalmente em crianças), entre outros sintomas.

Os sintomas da Dengue Clássica duram até uma semana. Após este período, a pessoa pode continuar sentindo cansaço e indisposição.

- Dengue Hemorrágica
A Dengue Hemorrágica é uma doença grave e se caracteriza por alterações da coagulação sanguínea da pessoa infectada. Inicialmente se assemelha a Dengue Clássica, mas, após o terceiro ou quarto dia de evolução da doença surgem hemorragias em virtude do sangramento de pequenos vasos na pelo e nos órgãos internos. A Dengue Hemorrágica pode provocar hemorragias nasais, gengivais, urinárias, gastrointestinais ou uterinas.

Na Dengue Hemorrágica, assim que os sintomas de febre acabam a pressão arterial do doente cai, o que pode gerar tontura, queda e choque. Se a doença não for tratada com rapidez, pode levar à morte.

- Síndrome de Choque da Dengue
Esta é a mais séria apresentação da dengue e se caracteriza por uma grande queda ou ausência de pressão arterial. A pessoa acometida pela doença apresenta um pulso quase imperceptível, inquietação, palidez e perda de consciência. Neste tipo de apresentação da doença, há registros de várias complicações, como alterações neurológicas, problemas cardiorrespiratórios, insuficiência hepática, hemorragia digestiva e derrame pleural.

Entre as principais manifestações neurológicas, destacam-se: delírio, sonolência, depressão, coma, irritabilidade extrema, psicose, demência, amnésia, paralisias e sinais de meningite. Se a doença não for tratada com rapidez, pode levar à morte.
MINISTÉRIO DA SAÚDE g5
SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE

Balanço Dengue Janeiro a Julho de 2007
No Brasil, a dengue ocorre principalmente nos meses de janeiro a maio,
pelas condições climáticas favoráveis ao mosquito transmissor, o Aedes aegypti,
nessa época do ano. Desde 1986, quando a doença foi introduzida no país, em todos
os anos há registro de casos de dengue, com a ocorrência de vários picos
epidêmicos durante esse período, relacionados com a chegada de um novo subtipo
do vírus da dengue. Na década de 90, mesmo em anos não epidêmicos, a doença
registra uma ocorrência de dezenas de milhares de casos por ano. O último pico
epidêmico ocorreu em 2002, em decorrência da introdução do DEN-3, tendo sido
registrados 794.219 mil casos, a maioria deles no Rio de Janeiro. Nos anos
seguintes a dispersão do DEN-3 para os demais estados do país tem proporcionado
o surgimento de surtos e epidemias, sem atingir os níveis de 2002. No ano de 2006,
foram registrados 345.922 casos, sendo as regiões mais acometidas, o Sudeste
(141.864) e o Nordeste (105.017 casos). Foram notificados 682 casos de Febre
Hemorrágica da Dengue e 76 óbitos.
A Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde (SVS/MS)
registrou no período de janeiro a julho de 2007, 438.949 casos de dengue clássica,
926 casos de Febre Hemorrágica da Dengue e a ocorrência de 98 óbitos (Tabela 1).
Ao compararmos com o ano de 2006, observamos um aumento de 136.488
casos de dengue no país, sendo o mês de março aquele com o maior número de
notificações no período, correspondendo a 102.011 casos. Importante destacar que
este aumento no número absoluto de casos está relacionado com a ocorrência de
epidemias com altas taxas de incidência em alguns estados. Neste caso, destaca-se

28/06/2010

A dengue e o tempo
O vírus da dengue precisa de tempo para se manifestar no homem ou mesmo para infectar o mosquito transmissor.
A idade ideal do mosquito para transmitir a doença é a partir do 30º dia de vida. O Aedes tem um ciclo total de 45 dias.

Uma vez contaminado, o homem demora entre 2 e 15 dias para sentir os sintomas da doença.

Há um período para que o mosquito se contamine ao picar um homem. Vai desde o dia anterior à febre até seis dias depois desta. Fora desse tempo, o mosquito pica e não se contamina.

Depois de picar o homem, só depois de oito dias o Aedes consegue contaminar outro homem.

Sintomas
99% dos infectados têm febre, que dura cerca de sete dias. Pode ser branda ou muito alta, dependendo do indivíduo e da força do vírus, da virulência.

25% apresentam manchas vermelhas em todo o corpo, as chamadas exantemas. Como o vírus se instala também próximo aos vasos, é comum estes inflamarem e ficarem evidentes na pele.

50% têm prostração, indisposição.

60% têm dor de cabeça.

50% têm dor atrás do olho.

Imunidade
O homem só desenvolve imunidade permanente para o tipo de vírus que contraiu. A doença pode reincidir com outro sorotipo. Essa repetição é a que oferece perigo para a hemorrágica.
Histórico


Os primeiros registros de dengue no mundo foram feitos no fim do século XVIII, no Sudoeste Asiático, em Java, e nos Estados Unidos, na Filadélfia. Mas a Organização Mundial de Saúde (OMS) só a reconheceu como doença neste século.

Mosquito
A origem do Aedes aegypti, inseto transmissor da doença ao homem, é africana. Na verdade, quem contamina é fêmea, pois o macho apenas se alimenta de seivas de plantas. A fêmea precisa de uma substância do sangue (a albumina) para completar o processo de amadurecimento de seus ovos. O mosquito apenas transmite a doença, mas não sofre seus efeitos.

Dengue: doença fingida
Por não ter sintomas específicos, a doença pode ser confundida com várias outras, como leptospirose, sarampo, rubéola. São doenças que provocam febre, prostração, dor de cabeça e dores musculares generalizadas. Um médico consegue, por exames em laboratório, definir a doença e tratá-la corretamente.