MITOS E ERROS SOBRE A DOENÇA
1 - A DENGUE NÃO TEM TRATAMENTO - MENTIRA!
Esta é uma afirmativa que é tantas vezes repetida (inclusive em publicações internacionais) que muita gente pensa realmente que é verdade. Embora não exista antiviral capaz de reduzir a presença do vírus no sangue ou bloquear os mecanismos fisiopatológicos que conduzem ao choque e às hemorragias, isso não significa que a doença não possa ser combatida.
A falta do antiviral pode ser compensada pela aplicação de um conjunto de conhecimentos que classificam o paciente de acordo com seus sintomas e a fase da doença, permitindo assim reconhecer precocemente os sinais de alerta, iniciando a tempo o tratamento adequado.
2 - AS FORMAS GRAVES DA DENGUE SÓ OCORREM EM PACIENTES DE CLASSE SOCIAL MENOS FAVORECIDA - MENTIRA! Este mito pode ser muito perigoso. A dengue não escolhe suas vítimas por classes socais. Todos os países que lutam contra a doença registraram casos graves, até mesmo fatais, em médicos, políticos, empresários, artistas, jornalista e outros. Isso demonstra que a preocupação com o combate ao mosquito deve ser de toda a sociedade.
3 - PACIENTES COM DENGUE TIPO CLÁSSICO NÃO TÊM COMPLICAÇÕES - MENTIRA!
Não é apenas a dengue do tipo hemorrágico que pode causar complicações aos pacientes. À dengue clássica também podem se juntar (até mesmo com certa freqüência) alterações das funções hepáticas, miocardite, e outras cardiopatias, assim como problemas neurológicos, resultados do comprometimento do sistema nervoso central.
Durante uma epidemia qualquer um com suspeita da doença deve buscar orientação médica e ficar em observação durante o período febril até, pelo menos, 48 horas depois.
4 – NÃO HÁ NECESSIDADE DE VIGIAR OS SINAIS DA DENGUE APÓS O PERÍODO FEBRIL - MENTIRA!
É um erro pensar que as complicações da dengue surgem durante o pico da febre. Na verdade o período crítico coincide com a baixa da febre, quando pode ser constatada a hemoconcentração, com o surgimento dos derrames cavitários resultantes do extravasamento plasmático, com graves conseqüências clínicas. Posteriormente podem aparecer hipotensão arterial, baixo débito cardíaco, taquicardia, pulso fino e rápido, cianose periférica e choque. Isso pode ser evitado, caso o doente fique em observação clínica, especialmente no período após a queda da febre.
5 – A PREVENÇÃO À DENGUE DEVE SER FEITA APENAS:
- Na erradicação de focos do mosquito
- No tratamento aos pacientes com a dengue do tipo clássico
MENTIRA!
O trabalho de combate à dengue é muito mais extenso e pede a participação de toda a sociedade. Além disso, a Organização Mundial da Saúde (OMS) ressalta, que durante as epidemias, o trabalho dos postos de saúde informando os pacientes e seus familiares sobre hidratação oral, medicamentos proibidos e, principalmente, sobre como identificar os sinais de alerta indicativos do agravamento da doença, são de grande importância para conter os surtos.
O trabalho dos médicos em postos de saúde permite também identificar precocemente casos que poderiam evoluir para formas mais graves da doença. O diagnóstico e o tratamento precoces podem salvar vidas.
6 - PARA EVITAR A MORTE POR DENGUE É NECESSÁRIA TRANSFUSÃO DE SANGUE EM ABUNDÂNCIA - MENTIRA!
Se os sintomas da doença forem tratados precocemente e de maneira adequada, serão poucos os casos de hemorragia da dengue que necessitarão de transfusão de concentrado de hemácias ou sangue total. Com relação às plaquetas, o vírus da dengue produz anticorpos contra as mesmas, de modo que a transfusão, em teoria, é inútil, já que as plaquetas transfundidas serão destruídas. Entretanto, quando há menos de 50 000 plaquetas/m3 de sangue e presença de sangramento, a transfusão de concentrado de plaquetas está indicada.
7 - PARA EVITAR A MORTE POR DENGUE SÃO NECESSÁRIOS RECURSOS MÉDICOS AVANÇADOS - MENTIRA!
Na maior parte dos casos, o acesso a recursos médicos avançados é dispensável. O que é preciso mesmo é um serviço de saúde organizado e atuante, pessoas preparadas, condições mínimas de hidratação oral e venosa, comunicação eficiente, etc.
Somente nas formas mais graves, poderão ser necessários exames de tomografia computadorizada, ultra-sonografia, técnicas de isolamento viral e outras tecnologias que, talvez atualmente, devam ser consideradas mais como recursos de rotina do que como recursos avançados.
welton jean bruno adriano
Os alunos da 8ª Série/9ºAno da escola E.E Prof. José Lima Pedreira de Freitas, postarão os resultados das pesquisas, informações e abrir discussões a respeito da dengue no ano de 2010 na cidade de Ribeirão Preto. Prof. Lívia (ciências)
Mostrando postagens com marcador Dengue. Mostrar todas as postagens
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24/09/2011
Sintomas da Dengue e Dengue hemorrágica
Os sintomas da Dengue Clássica duram até uma semana. Após este período, a pessoa pode continuar sentindo cansaço e indisposição.
Dengue Hemorrágica
A febre alta é um dos primeiros sintomas da dengue.
Inicialmente os sintomas da dengue hemorrágica se assemelha à Dengue Clássica, mas, após o terceiro ou quarto dia de evolução da doença, surgem hemorragias em virtude do sangramento de pequenos vasos na pelo e nos órgãos internos. A Dengue Hemorrágica pode provocar hemorragias nasais, gengivais, urinárias, gastrointestinais ou uterinas.
Na Dengue Hemorrágica, assim que os sintomas de febre acabam a pressão arterial do doente cai, o que pode gerar tontura, queda e choque. Se a doença não for tratada com rapidez, pode levar à morte.
Síndrome de Choque da Dengue
A pessoa acometida pela doença apresenta um pulso quase imperceptível, inquietação, palidez e perda de consciência. Neste tipo de apresentação da doença, há registros de várias complicações, como alterações neurológicas, problemas cardiorrespiratórios, insuficiência hepática, hemorragia digestiva e derrame pleural.
Entre as principais manifestações neurológicas, destacam-se: delírio, sonolência, depressão, coma, irritabilidade extrema, psicose, demência, amnésia, paralisias e sinais de meningite. Se a doença não for tratada com rapidez, pode levar à morte.
É importante destacar que a dengue é uma doença dinâmica, que pode evoluir rapidamente de forma mais branda para uma mais grave. É preciso ficar atento aos sintomas que podem indicar uma apresentação mais séria da doença.
O que é Dengue Tipo 4?
O avanço do vírus tipo 4 da dengue pelo Brasil é uma ameaça à saúde pública. Não pelo vírus em si, que não é mais nem menos perigoso que os tipos 1, 2 e 3, mas pela entrada em ação de mais uma variação do microorganismo.
Existem quatro tipos do vírus da dengue: O DEN-1, o DEN-2, o DEN-3 e o DEN-4. “Causam os mesmos sintomas. A diferença é que, cada vez que você pega um tipo do vírus, não pode mais ser infectado por ele. Ou seja, na vida, a pessoa só pode ter dengue quatro vezes”, explica o consultor de dengue da Organização Mundial da Saúde (OMS), Ivo Castelo Branco.
“Em termos de classificação, estamos falando do mesmo tipo de vírus, com quatro variações”, explica Marcelo Litvoc, infectologista do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. “Do ponto de vista clínico, são absolutamente iguais, vão gerar o mesmo quadro”, esclarece o médico.
A explicação do problema provocado pelo vírus 4 está no sistema imunológico do corpo humano. Quem já teve dengue causada por um tipo do vírus não registra um novo episódio da doença com o mesmo tipo. Ou seja, quem já teve dengue devido ao tipo 1 só pode ter novamente se ela for causada pelos tipos 2, 3 ou 4.
“Quanto mais vírus existirem, maior a probabilidade de haver uma infecção”, resume Caio Rosenthal, infectologista e consultor do programa Bem Estar, da TV Globo. Se houvesse só um tipo de vírus, ninguém poderia ter dengue duas vezes na vida.
A possibilidade da reincidência da doença é preocupante. Caso ocorra um segundo episódio da dengue, os sintomas se manifestam com mais severidade. “Existe certa sensibilização do sistema imunológico e ele dá uma resposta exacerbada”, afirma Litvoc.
Esta reação exagerada do sistema imunológico é um problema. Pode causar inflamações e, por isso, aumenta o risco de lesões nos vasos sanguíneos, o que levaria à dengue hemorrágica. Um terceiro episódio poderia ser ainda mais grave, e um quarto seria mais perigoso que o terceiro.
Nomes:gabriel,jaqueline,wesley,claudemir,valdenir 7ªE
23/09/2011
Receitas de Repelente Caseiro de Cintronela
REPELENTES CONTRA DENGUE

repelente caseiro L o ç ã o R e p e l e n t e
Ingredientes para 1 litro de loção (100%):
150ml de glicerina líquida (15%)
150 ml de tintura de Citronela (15%)
350 ml de álcool de cereais (35%)
350 ml de água mineral, destilada ou filtrada (35%)
Modo de fazer
Misturar todos os ingredientes em partes iguais e embalar em recipiente de cor âmbar.
Passar na pele quando estiver em locais com moscas e mosquitos.

REPELENTE DE CITRONELA
T i n t u r a
200g da planta seca e triturada
1 litro de álcool comum (para uso externo) a 70%
1 vidro de boca larga e escuro, de preferência, com capacidade mínima de 1 litro
1 frasco escuro para acondicionar
1 funil
1 papel filtro
pano branco e limpo para coar e etiquetar
Modo de fazer
Pesar 200g da planta seca e triturada. Colocar num frasco de boca larga. Despejar 1 litro de álcool a 70% sobre a erva. Tampar o frasco e cobrir com papel escuro, se o vidro for claro. Deixar em maceração por no mínimo 8 e no máximo 21 dias, em local seco e protegido da luz. Agitar 2 vezes diariamente. Coar com o pano branco e completar o volume para 1 litro, passando mais álcool a 70% sobre o resíduo da planta. Filtrar em papel filtro e guardar em frasco escuro. Rotular.
Validade: 2 anos
7ªb Maria Gabriella, Jeniffer, João Vitor e Bruna, Silcleber

repelente caseiro L o ç ã o R e p e l e n t e
Ingredientes para 1 litro de loção (100%):
150ml de glicerina líquida (15%)
150 ml de tintura de Citronela (15%)
350 ml de álcool de cereais (35%)
350 ml de água mineral, destilada ou filtrada (35%)
Modo de fazer
Misturar todos os ingredientes em partes iguais e embalar em recipiente de cor âmbar.
Passar na pele quando estiver em locais com moscas e mosquitos.

REPELENTE DE CITRONELA
T i n t u r a
200g da planta seca e triturada
1 litro de álcool comum (para uso externo) a 70%
1 vidro de boca larga e escuro, de preferência, com capacidade mínima de 1 litro
1 frasco escuro para acondicionar
1 funil
1 papel filtro
pano branco e limpo para coar e etiquetar
Modo de fazer
Pesar 200g da planta seca e triturada. Colocar num frasco de boca larga. Despejar 1 litro de álcool a 70% sobre a erva. Tampar o frasco e cobrir com papel escuro, se o vidro for claro. Deixar em maceração por no mínimo 8 e no máximo 21 dias, em local seco e protegido da luz. Agitar 2 vezes diariamente. Coar com o pano branco e completar o volume para 1 litro, passando mais álcool a 70% sobre o resíduo da planta. Filtrar em papel filtro e guardar em frasco escuro. Rotular.
Validade: 2 anos
7ªb Maria Gabriella, Jeniffer, João Vitor e Bruna, Silcleber
14/09/2011
Ribeirão Preto entra em guerra contra a dengue para evitar nova epidemia

A cidade de Ribeirão Preto, a 313 km de São Paulo, está em guerra contra a dengue. O município registrou em janeiro deste ano 614 casos da doença, segundo a Secretaria Municipal da Saúde. Há também o registro de uma morte suspeita. O temor das autoridades é que, assim como em 2010, haja uma epidemia.
No ano passado, em todo o estado de São Paulo houve 187.707 casos de dengue, 138 deles com mortes, de acordo com a Secretaria de Estado da Saúde. Em 2010, Ribeirão foi a cidade paulista com o maior número de doentes – 29.949. Nove desses pacientes morreram.
Apesar da quantidade de casos registrados no primeiro mês deste ano, o número é consideravelmente menor do que o registrado em igual período em 2010, quando 1.604 pessoas pegaram dengue (veja tabela abaixo com números de outras cidades).
Cidade Casos em 2010 (total) Casos em janeiro de 2010 Casos em janeiro de 2011
São Paulo 7.489 179 61
Ribeirão Preto 29.949 1.604 614
S. José do Rio Preto 25.021 não divulgado 8
S. José dos Campos 510 1 1
Guarujá 9.386 não divulgado.
De acordo com a diretora do Departamento de Vigilância em Saúde do município, Maria Luiza Santa Maria, o combate ao mosquito transmissor da doença, o Aedes aegypti, foi intensificado nos últimos meses. “Os agentes em saúde vão quinzenalmente a 578 pontos estratégicos espalhados na cidade, como borracharias e casas abandonadas.”
Nas visitas, os funcionários aplicam larvicida em ralos e calhas e retiram possíveis criadouros, como pneus, pratos de vasos e garrafas. Os moradores também recebem orientações sobre como evitar o surgimento de novos focos da dengue. Em regiões onde houve casos positivos da doença, os agentes aplicam praguicidas nas casas.
Ainda segundo a diretora, a integração entre as secretarias – principalmente com a de Assuntos Jurídicos – é outro fator que merece destaque na guerra contra o mosquito transmissor. Funcionários da Coordenadoria de Limpeza Urbana, por exemplo, intensificam a limpeza de bueiros e retirada de entulho espalhado pela cidade.
A pasta jurídica teve papel fundamental no último ano. “Entramos com ações em casas abandonadas e terrenos em que não nos deixaram entrar”, afirmou Maria Luiza. As multas chegam a R$ 5 mil.
Apesar de todo esse trabalho, a expectativa da secretaria é que os casos da doença aumentem nos próximos meses. Historicamente, a maior parte dos registros ocorrem em abril –nesse período no ano passado, 9.143 pessoas ficaram doentes em Ribeirão.
Luis Eduardo e Alberto
02/09/2011
Nova técnica promete impedir que ‘A. aegypti’ transmita a dengue
Uma pesquisa conduzida pela Universidade de Queensland, na Austrália, desenvolveu uma técnica que pode revolucionar o combate à dengue. A equipe de cientistas descobriu que uma bactéria, a Wolbachia pipientis, impede que o mosquito Aedes aegypti adquira o vírus da dengue. Dessa forma, ele não transmite a doença.
Essa bactéria se transmite sempre da mãe para os filhos. Os cientistas infectam ovos em laboratório e, a médio e longo prazo, conseguem espalhá-la por toda uma população de mosquitos. Desta forma, o plano é soltar insetos com a Wolbachia na natureza e, como consequência, frear a transmissão da dengue.
O mecanismo já tinha sido descrito anteriormente numa pesquisa de 2009, tanto que foi listado pelo G1 entre avanços importantes da ciência contra a dengue numa reportagem de fevereiro deste ano. No entanto, os resultados publicados nesta quarta-feira (24) pela revista científica Nature trazem novidades importantes, que aperfeiçoaram a técnica.
Bruna, Jeniffer, João Vitor, Maria G, Silcleber
Essa bactéria se transmite sempre da mãe para os filhos. Os cientistas infectam ovos em laboratório e, a médio e longo prazo, conseguem espalhá-la por toda uma população de mosquitos. Desta forma, o plano é soltar insetos com a Wolbachia na natureza e, como consequência, frear a transmissão da dengue.
O mecanismo já tinha sido descrito anteriormente numa pesquisa de 2009, tanto que foi listado pelo G1 entre avanços importantes da ciência contra a dengue numa reportagem de fevereiro deste ano. No entanto, os resultados publicados nesta quarta-feira (24) pela revista científica Nature trazem novidades importantes, que aperfeiçoaram a técnica.
Bruna, Jeniffer, João Vitor, Maria G, Silcleber
25/08/2011
Desde as primeiras horas da manhã deste sábado, dia 23, a movimentação era grande no CEMEI
Eduardo Romualdo de Souza, Centro de Educação localizado na Vila Virgínia.Caminhões para limpeza e muitos voluntários já estavam concentrados e dispostos a trabalhar para combater e eliminar criadouros do
mosquito transmissor da dengue, o Aedes aegypti.
O segundo de quatro Mega Arrastões, organizado pelo Departamento de Controle de Vetores da
Secretaria Municipal de Saúde, com parceria da EPTV, percorreu vários bairros da zona Sul da
cidade e se estendeu por toda a manhã.
Os bairros visitados foram: Jardim Maria Goretti, Vila Guiomar, Parque Ribeirão Preto, Jardim São Jorge, Jardim Centenário, Jardim Dom Bosco, Vila Virgínia, Vila Isabel, Jardim Bela Vista, Solar Boa Vista, Adão do Carmo Leonel, Branca Sales, Jardim Morumbi, Jardim Ibirapuera, Maria da Graça, Jardim Monte
Carlo, Jardim Progresso, Jardim Marchesi, Jardim Santa Rita, Jardim Vida Nova.
“Esta mega operação envolveu um grande número de pessoas, pois estamos percorrendo cerca de 19.500 imóveis, com o apoio de 70 caminhões e 500 voluntários. A operação foi positiva, contou com o apoio de várias secretarias e parceria com a EPTV”, afirmou Maria Lucia Biagini, responsável pelo setor.
Acompanhado da prefeita Dárcy Vera, o Secretario de Saúde, Stenio Miranda agradeceu aos agentes
de vetores, agentes de saúde e voluntários que se dedicaram ao trabalho O início dos trabalhos na
CEMEI Romualdo de Souza foi acompanhado pela prefeita Dárcy Vera, pelo vice-prefeito Marinho Sampaio, os secretários municipais Stenio Miranda (Saúde), Débora Vendramini (Educação), Luchesi Junior
(Casa Civil), da coordenadora de Limpeza Urbana, Ana Maria Delgado, do Presidente da Associação
dos Moradores da Vila Virgínia, Rogério Jesus de Paula o representante da EPTV/Jornal A Cidade
Marcos Frateschi,além da equipe da Divisão de Vigilância em Saúde e Planejamento e Divisão de Controle de Vetores.
O secretário da Saúde, Dr. Stênio Miranda agradeceu a presença de todos os agentes de vetores, agentes de saúde e os voluntários que participaram do arrastão. “Este é um trabalho muito importante porque ajuda a proteger a população e todos precisam colaborar”, afirmou Miranda.
Para Rogério Jesus de Paulo, presidente da Associação dos Moradores da Vila Virgínia que assumiu a
direção da entidade há dois meses, afirmou que o Mega Arrastão é um ato muito importante para o
bairro. “Precisamos diminuir o número de focos do mosquito da dengue para evitar que a doença atinja números alarmantes”, justificou. Emocionado Marcos
felipe, Luan, Tatiani, viviane
Eduardo Romualdo de Souza, Centro de Educação localizado na Vila Virgínia.Caminhões para limpeza e muitos voluntários já estavam concentrados e dispostos a trabalhar para combater e eliminar criadouros do
mosquito transmissor da dengue, o Aedes aegypti.
O segundo de quatro Mega Arrastões, organizado pelo Departamento de Controle de Vetores da
Secretaria Municipal de Saúde, com parceria da EPTV, percorreu vários bairros da zona Sul da
cidade e se estendeu por toda a manhã.
Os bairros visitados foram: Jardim Maria Goretti, Vila Guiomar, Parque Ribeirão Preto, Jardim São Jorge, Jardim Centenário, Jardim Dom Bosco, Vila Virgínia, Vila Isabel, Jardim Bela Vista, Solar Boa Vista, Adão do Carmo Leonel, Branca Sales, Jardim Morumbi, Jardim Ibirapuera, Maria da Graça, Jardim Monte
Carlo, Jardim Progresso, Jardim Marchesi, Jardim Santa Rita, Jardim Vida Nova.
“Esta mega operação envolveu um grande número de pessoas, pois estamos percorrendo cerca de 19.500 imóveis, com o apoio de 70 caminhões e 500 voluntários. A operação foi positiva, contou com o apoio de várias secretarias e parceria com a EPTV”, afirmou Maria Lucia Biagini, responsável pelo setor.
Acompanhado da prefeita Dárcy Vera, o Secretario de Saúde, Stenio Miranda agradeceu aos agentes
de vetores, agentes de saúde e voluntários que se dedicaram ao trabalho O início dos trabalhos na
CEMEI Romualdo de Souza foi acompanhado pela prefeita Dárcy Vera, pelo vice-prefeito Marinho Sampaio, os secretários municipais Stenio Miranda (Saúde), Débora Vendramini (Educação), Luchesi Junior
(Casa Civil), da coordenadora de Limpeza Urbana, Ana Maria Delgado, do Presidente da Associação
dos Moradores da Vila Virgínia, Rogério Jesus de Paula o representante da EPTV/Jornal A Cidade
Marcos Frateschi,além da equipe da Divisão de Vigilância em Saúde e Planejamento e Divisão de Controle de Vetores.
O secretário da Saúde, Dr. Stênio Miranda agradeceu a presença de todos os agentes de vetores, agentes de saúde e os voluntários que participaram do arrastão. “Este é um trabalho muito importante porque ajuda a proteger a população e todos precisam colaborar”, afirmou Miranda.
Para Rogério Jesus de Paulo, presidente da Associação dos Moradores da Vila Virgínia que assumiu a
direção da entidade há dois meses, afirmou que o Mega Arrastão é um ato muito importante para o
bairro. “Precisamos diminuir o número de focos do mosquito da dengue para evitar que a doença atinja números alarmantes”, justificou. Emocionado Marcos
felipe, Luan, Tatiani, viviane
24/08/2011
INTRODUÇÃO
Dengue é uma das doenças virais mais importantes, principalmente para países localizados nos trópicos,
incluindo o Brasil, onde, desde 1986, a transmissão ocorre na maioria dos estados brasileiros.1,6
A cidade de Ribeirão Preto, localizada na região Nordeste do Estado de São Paulo, Brasil, sofreu, de
novembro de 1990 a março de 1991, uma epidemia de dengue 1 com aproximadamente 2.305 casos
confirmados, o que representou uma incidência de 546,9 casos por 100.000 habitantes.11 Desde então,
a incidência tem se mantido em índices baixos.
De 1992 a 1994, essa incidência variou em torno de um caso por 100.000 habitantes, mas desde
1995 aumentou para cerca de 50 casos por 100.000 habitantes.10 Em 1997, a incidência apresentou
tendência de diminuição e, nos primeiros seis meses do ano, esteve em torno de 25 casos por
100.000 habitantes.
Entre as áreas onde a transmissão de dengue ocorreu em 1997, está localizada, na região periférica da
cidade, uma instituição estatal de correção de adolescentes infratores. Estes ficam em regime de
confinamento temporário. Os menores permanecem na instituição por períodos de tempo variáveis e procedem de várias regiões do Estado de São Paulo.
O estudo teve como principal objetivo analisar a ocorrência de um surto de dengue que se iniciou entre
internos e funcionários dessa instituição. Os primeiros casos foram notificados em fevereiro de 1997,
e os últimos, em março do mesmo ano. Ainda que limitado no tempo, o surto chamou a atenção pelo
fato de o número inicial de casos notificados ter sido alto para os padrões da cidade. Decidiu-se então procedera um inquérito sorológico e virológico acompanhado de coleta de informações epidemiológicas
e clínicas, objetivando-se verificar a real dimensão a transmissão ocorrida na instituição.
Luan, Tatiani
incluindo o Brasil, onde, desde 1986, a transmissão ocorre na maioria dos estados brasileiros.1,6
A cidade de Ribeirão Preto, localizada na região Nordeste do Estado de São Paulo, Brasil, sofreu, de
novembro de 1990 a março de 1991, uma epidemia de dengue 1 com aproximadamente 2.305 casos
confirmados, o que representou uma incidência de 546,9 casos por 100.000 habitantes.11 Desde então,
a incidência tem se mantido em índices baixos.
De 1992 a 1994, essa incidência variou em torno de um caso por 100.000 habitantes, mas desde
1995 aumentou para cerca de 50 casos por 100.000 habitantes.10 Em 1997, a incidência apresentou
tendência de diminuição e, nos primeiros seis meses do ano, esteve em torno de 25 casos por
100.000 habitantes.
Entre as áreas onde a transmissão de dengue ocorreu em 1997, está localizada, na região periférica da
cidade, uma instituição estatal de correção de adolescentes infratores. Estes ficam em regime de
confinamento temporário. Os menores permanecem na instituição por períodos de tempo variáveis e procedem de várias regiões do Estado de São Paulo.
O estudo teve como principal objetivo analisar a ocorrência de um surto de dengue que se iniciou entre
internos e funcionários dessa instituição. Os primeiros casos foram notificados em fevereiro de 1997,
e os últimos, em março do mesmo ano. Ainda que limitado no tempo, o surto chamou a atenção pelo
fato de o número inicial de casos notificados ter sido alto para os padrões da cidade. Decidiu-se então procedera um inquérito sorológico e virológico acompanhado de coleta de informações epidemiológicas
e clínicas, objetivando-se verificar a real dimensão a transmissão ocorrida na instituição.
Luan, Tatiani
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