14/09/2011

como evitar a dengue

A prevenção é a única arma contra a doença.
A melhor forma de se evitar a dengue é combater os focos de acúmulo de água, locais propícios para a criação do mosquito transmissor da doença. Para isso, é importante não acumular água em latas, embalagens, copos plásticos, tampinhas de refrigerantes, pneus velhos, vasinhos de plantas, jarros de flores, garrafas, caixas d´água, tambores, latões, cisternas, sacos plásticos e lixeiras, entre outros.

alison, elias, leticia e tauana ..., mariana gomide

os sintomas que a dengue pode causar

É uma doença infecciosa aguda praticamente limitada à África e a América do Sul.
É transmitida pela picada do mosquito (Aedes aegypti) infectado, geralmente nas regiões urbanas, e pelo Haemagoggus spegazzinii nas regiões das matas. Os vírus, inoculados pelos mosquitos, multiplicam-se nos linfonados e invadem o sangue.

edney;hiago, karina, mariana beatriz, talita ap

Ribeirão Preto entra em guerra contra a dengue para evitar nova epidemia



A cidade de Ribeirão Preto, a 313 km de São Paulo, está em guerra contra a dengue. O município registrou em janeiro deste ano 614 casos da doença, segundo a Secretaria Municipal da Saúde. Há também o registro de uma morte suspeita. O temor das autoridades é que, assim como em 2010, haja uma epidemia.

No ano passado, em todo o estado de São Paulo houve 187.707 casos de dengue, 138 deles com mortes, de acordo com a Secretaria de Estado da Saúde. Em 2010, Ribeirão foi a cidade paulista com o maior número de doentes – 29.949. Nove desses pacientes morreram.

Apesar da quantidade de casos registrados no primeiro mês deste ano, o número é consideravelmente menor do que o registrado em igual período em 2010, quando 1.604 pessoas pegaram dengue (veja tabela abaixo com números de outras cidades).

Cidade Casos em 2010 (total) Casos em janeiro de 2010 Casos em janeiro de 2011
São Paulo 7.489 179 61
Ribeirão Preto 29.949 1.604 614
S. José do Rio Preto 25.021 não divulgado 8
S. José dos Campos 510 1 1
Guarujá 9.386 não divulgado.

De acordo com a diretora do Departamento de Vigilância em Saúde do município, Maria Luiza Santa Maria, o combate ao mosquito transmissor da doença, o Aedes aegypti, foi intensificado nos últimos meses. “Os agentes em saúde vão quinzenalmente a 578 pontos estratégicos espalhados na cidade, como borracharias e casas abandonadas.”

Nas visitas, os funcionários aplicam larvicida em ralos e calhas e retiram possíveis criadouros, como pneus, pratos de vasos e garrafas. Os moradores também recebem orientações sobre como evitar o surgimento de novos focos da dengue. Em regiões onde houve casos positivos da doença, os agentes aplicam praguicidas nas casas.

Ainda segundo a diretora, a integração entre as secretarias – principalmente com a de Assuntos Jurídicos – é outro fator que merece destaque na guerra contra o mosquito transmissor. Funcionários da Coordenadoria de Limpeza Urbana, por exemplo, intensificam a limpeza de bueiros e retirada de entulho espalhado pela cidade.

A pasta jurídica teve papel fundamental no último ano. “Entramos com ações em casas abandonadas e terrenos em que não nos deixaram entrar”, afirmou Maria Luiza. As multas chegam a R$ 5 mil.

Apesar de todo esse trabalho, a expectativa da secretaria é que os casos da doença aumentem nos próximos meses. Historicamente, a maior parte dos registros ocorrem em abril –nesse período no ano passado, 9.143 pessoas ficaram doentes em Ribeirão.

Luis Eduardo e Alberto

Dengue: Prevenção



Prevenção: O grande problema para combater o mosquito Aedes aegypti é que sua reprodução ocorre em qualquer recipiente utilizado para armazenar água, tanto em áreas sombrias como ensolaradas. Por exemplo: caixas d'água, barris, tambores, vidros, potes, pratos e vasos de plantas ou flores, tanques, cisternas, garrafas, latas, pneus, panelas, calhas de telhados, bandejas, bacias, drenos de escoamento, canaletas, blocos de cimento, urnas de cemitério, folhas de plantas, tocos e bambus, buracos de árvores e muitos outros onde a água da chuva é coletada ou armazenada. Portanto, considerando essa facilidade de disseminação, podemos imaginar o grau de dificuldade para efetivamente combater a doença - o que só é possível com a quebra da cadeia de transmissão, eliminando o mosquito dos locais onde se reproduzem. Assim, a prevenção e as medidas de combate exigem a participação e a mobilização de toda a comunidade a partir da adoção de medidas simples, visando a interrupção do ciclo de transmissão e contaminação. Caso contrário, as ações isoladas poderão ser insuficientes para acabar com os focos da doença. Na eventualidade de uma epidemia de dengue numa comunidade ou município, há a necessidade de serem executadas medidas de controle como o uso de inseticidas aplicados através de carro-fumacê ou nebulização, para diminuir o número de mosquitos adultos transmissores e interromper a disseminação da epidemia. Nessa oportunidade, a comunidade deve cooperar com o processo de nebulização, mantendo as portas e janelas das casas abertas, de modo a permitir a entrada do inseticida.

7ªE Eduarda, Cidiane, Ana Paula, Francislaine, Igor e Thaina.

13/09/2011

A dengue é uma doença causada por vírus chamados de arbovírus e transmitida por mosquitos do gênero Aedes aegypiti. É um problema de saúde pública, principalmente em países tropicais cujo clima propicia a reprodução do mosquito vetor.



a) Agente etiológico: variedades de vírus pertencentes ao grupo dos arbovírus.



b) Contágio: através da picada do Aedes aegypiti contaminado pelo vírus.



c) Ciclo de vida: o vírus se reproduz no interior do mosquito vetor e se instala em seu intestino e glândulas salivares. Quando a fêmea contaminada pica um humano, ela injeta uma substância anticoagulante, produzida por suas glândulas salivares, juntamente com os vírus. Ao se alimentar do sangue de uma pessoa doente, a fêmea do mosquito se contamina e passa a ser o vetor do vírus.




d) Sintomas: podem ser diferentes, dependendo da variedade do vírus e se a pessoa já contraiu a doença anteriormente - ou pode também ser assintomática. Os sintomas mais comuns são: dor de cabeça, dor no corpo, dor na região atrás dos olhos, manchas vermelhas na pele, cansaço e mal-estar. No caso de uma variedade mais grave, a dengue hemorrágica, a coagulação sanguínea é prejudicada, ocasionando hematomas e hemorragias.


E) Profilaxia: eliminar os focos do mosquito. A fêmea coloca seus ovos em locais contendo água limpa e parada. Então, evitar acúmulo de água em vasos, restos de lixo, entre outros, auxilia no controle da propagação do vetor.

Jaqueline,Gabriel,Weslley,Claudenir,Valdenir. 7 E

Dengue

A dengue é uma doença causada por vírus chamados de arbovírus e transmitida por mosquitos do gênero Aedes aegypiti. É um problema de saúde pública, principalmente em países tropicais cujo clima propicia a reprodução do mosquito vetor.



a) Agente etiológico: variedades de vírus pertencentes ao grupo dos arbovírus.



b) Contágio: através da picada do Aedes aegypiti contaminado pelo vírus.



c)Ociclo de vida: o vírus se reproduz no interior do mosquito vetor e se instala em seu intestino e glândulas salivares. Quando a fêmea contaminada pica um humano, ela injeta uma substância anticoagulante, produzida por suas glândulas salivares, juntamente com os vírus. Ao se alimentar do sangue de uma pessoa doente, a fêmea do mosquito se contamina e passa a ser o vetor do vírus.



D)Sintomas:podem ser diferentes, dependendo da variedade do vírus e se a pessoa já contraiu a doença anteriormente - ou pode também ser assintomática. Os sintomas mais comuns são: dor de cabeça, dor no corpo, dor na região atrás dos olhos, manchas vermelhas na pele, cansaço e mal-estar. No caso de uma variedade mais grave, a dengue hemorrágica, a coagulação sanguínea é prejudicada, ocasionando hematomas e hemorragias.


E) Profilaxia: eliminar os focos do mosquito. A fêmea coloca seus ovos em locais contendo água limpa e parada. Então, evitar acúmulo de água em vasos, restos de lixo, entre outros, auxilia no controle da propagação do vetor.

Jaqueline,Gabriel,Weslley,Claudenir,Valdenir.

Atenção para o combate a Dengue !


A dengue é uma doença para a qual não existe vacina ou tratamento. A única forma de evitá-la é mesmo o combate sistemático ao seu transmissor, o mosquito Aedes aegypti. Parecido com o pernilongo, esse mosquito é mais escuro, com pequenos pontos brancos no dorso. Ao contrário dos pernilongos comuns, ele não faz zumbido e tem hábitos diurnos. Sua reprodução é muito rápida e acontece em água limpa parada. Seus principais focos são pratos de vasos de plantas, caixas d´água abertas, garrafas e pneus.


A fêmea, que se alimenta de sangue humano, é a transmissora do vírus e vive cerca de 45 dias. Ela põe ovos a cada três dias e esses ovos podem resistir um ano fora d´água. No contato com a água, eles transformam-se em larvas e levam em média 10 dias para se transformarem num mosquito adulto.


7ª e: Nicolly,Luis Felipe,Daniela,Victor Hugo e Adriano

10/09/2011

dengue causa, prevenção


Dengue é a enfermidade causada pelo vírus da dengue, um arbovírus da família Flaviviridae, gênero Flavivírus, que inclui quatro tipos imunológicos: DEN-1, DEN-2, DEN-3 e DEN-4. A infecção por um deles dá proteção permanente para o mesmo sorotipo e imunidade parcial e temporária contra os outros três.

A dengue tem, como hospedeiro vertebrado, o homem e outros primatas, mas somente o primeiro apresenta manifestação clínica da infecção e período de viremia de aproximadamente sete dias. Nos demais primatas, a viremia é baixa e de curta duração.O virus da dengue, provavelmente, se originou de vírus que circulavam em primatas na proximidade da península da Malásia. O crescimento populacional aproximou as habitações da região à selva e, assim, mosquitos transmitiram vírus ancestrais dos primatas aos humanos que, após mutações, originaram nossos quatro diferentes tipos de vírus da dengue. Provavelmente, o termo dengue é derivado da frase swahili "ki dengu pepo", que descreve os ataques causados por maus espíritos e, inicialmente, usado para descrever a enfermidade que acometeu os ingleses durante a epidemia que afetou as Índias Ocidentais Espanholas em 1927-1928. Foi trazida para o continente americano a partir do Velho Mundo, com a colonização no final do século XVIII. Entretanto, não é possível afirmar, pelos registros históricos, que as epidemias foram causadas pelos vírus da dengue, visto que seus sintomas são similares aos de várias outras infecções, em especial, a febre amarela.[4]

Atualmente, a dengue é a arbovirose mais comum que atinge o homem, sendo responsável por cerca de 100 milhões de casos/ano em população de risco de 2,5 a 3 bilhões de seres humanos.[5] A febre hemorrágica da dengue (FHD) e síndrome de choque da dengue (SCD) atingem pelo menos 500 mil pessoas/ano, apresentando taxa de mortalidade de até 10% para pacientes hospitalizados e 30% para pacientes não tratados.

A dengue é endêmica no sudeste asiático e tem originado epidemias em várias partes da região tropical, em intervalos de 10 a 40 anos. Uma pandemia teve início na década dos anos 50 no sudeste asiático e, nos últimos 15 anos, vem se intensificando e se propagando pelos países tropicais do sul do Pacífico, África Oriental, ilhas do Caribe e América Latina.

Epidemias da forma hemorrágica da doença têm ocorrido na Ásia, a partir da década de 1950, e no sul do Pacífico, na dos 80. Entretanto, alguns autores consideram que a doença não seja tão recente, podendo ter ocorrido nos EUA, África do Sul e Ásia, no fim do século XIX e início do XX. Durante a epidemia que ocorreu em Cuba, em 1981, foi relatado o primeiro de caso de dengue hemorrágica, fora do sudeste da Ásia e Pacífico. Este foi considerado o evento mais importante em relação à doença nas Américas. Naquela ocasião, foram notificados 344.203 casos clínicos de dengue, sendo 34 mil casos de FHD, 10.312 das formas mais severas, 158 óbitos (101 em crianças). O custo estimado da epidemia foi de US$ 103 milhões.

Entre 1995 e o início de 2001, foram notificados à Organização Pan-Americana da Saúde - OPAS, por 44 países das Américas, 2.471.505 casos de dengue, dentre eles, 48.154 da forma hemorrágica e 563 óbitos. O Brasil, o México, a Colômbia, a Venezuela, a Nicarágua e Honduras apresentaram número elevado de notificações, com pequena variação ao longo do período, seguidos por Costa Rica, El Salvador, Guatemala, Panamá, Porto Rico, Guiana Francesa, Suriname, Jamaica e Trinidad & Tobago. Nota-se a quase ausência de casos nos EUA, que notificaram somente sete, em 1995. A Argentina compareceu a partir de 1998 e o Paraguai, a partir de 1999. Os casos de dengue hemorrágica e óbitos acompanham a distribuição descrita acima, e parece não terem relação com os sorotipos circulantes. No Brasil, os sorotipos registrados foram o 1 e o 2. Somente no ano de 2000 registrou-se o sorotipo 3. A Guatemala notificou a circulação dos quatro sorotipos, com baixo número de casos graves e óbitos

02/09/2011

Chega a oito o total de mortes por dengue este ano em Ribeirão Preto

Ribeirão Preto - Já chega a oito o número de mortes provocadas pela dengue este ano em Ribeirão Preto, no interior paulista. No ano passado foram registrados nove óbitos por conta da doença. As duas últimas confirmações foram de um idoso de 80 anos, que morava na Vila Virgínia, e de um rapaz de 29 anos, do Ipiranga, segundo a Secretaria Municipal de Saúde. Os óbitos ocorreram em março e abril. Ambos apresentavam outras doenças, que acabaram agravadas pela dengue.

Outros cinco casos de mortes, também com suspeita de dengue, estão sendo investigados. O último boletim epidemiológico, divulgado nesta semana, indica que Ribeirão Preto já tem 14.257 casos da doença. É quase a metade das ocorrências positivas de 2010, que teve epidemia com quase 30 mil pessoas infectadas pelo mosquito Aedes aegypti. As epidemias da doença ocorreram em 1990 (2.305 casos), 2001 (3.190), 2003 (797), 2006 (5.997), 2007 (2.722), 2008 (1.058), 2009 (1.694) e 2010 (29.637).


Alisson, Letícia, Mariana G, Tauana

Nova técnica promete impedir que ‘A. aegypti’ transmita a dengue

Uma pesquisa conduzida pela Universidade de Queensland, na Austrália, desenvolveu uma técnica que pode revolucionar o combate à dengue. A equipe de cientistas descobriu que uma bactéria, a Wolbachia pipientis, impede que o mosquito Aedes aegypti adquira o vírus da dengue. Dessa forma, ele não transmite a doença.

Essa bactéria se transmite sempre da mãe para os filhos. Os cientistas infectam ovos em laboratório e, a médio e longo prazo, conseguem espalhá-la por toda uma população de mosquitos. Desta forma, o plano é soltar insetos com a Wolbachia na natureza e, como consequência, frear a transmissão da dengue.

O mecanismo já tinha sido descrito anteriormente numa pesquisa de 2009, tanto que foi listado pelo G1 entre avanços importantes da ciência contra a dengue numa reportagem de fevereiro deste ano. No entanto, os resultados publicados nesta quarta-feira (24) pela revista científica Nature trazem novidades importantes, que aperfeiçoaram a técnica.

Bruna, Jeniffer, João Vitor, Maria G, Silcleber